Férias e crianças em casa, que tal colocar os pequenos na cozinha pra ajudar no lanche da tarde (Sempre com muita segurança!!!)… Essa receita veio da minha amiga Déborah, que teve ajuda da linda Vitória, para fazer essas panquecas divertidas e deliciosas!!! Obrigada pela contribuição!!!

Panquecas coloridas da Totóia!

Ingredientes:

1 colher de sopa de açúcar
2 ovos
1 xícara bem cheia de farinha de trigo
2 colheres de sopa de manteiga derretida
3 colheres de chá de fermento em pó
1 xícara de leite
Corante comestível na cor lilás e rosa, ou na cor que preferir
1 Pitada de sal
Cortadores para biscoito

Modo de preparo:

Em uma tigela misture os ingredientes secos, farinha, açúcar, fermento e sal. Em outra junte os ovos, o leite e a manteiga. Misture tudo e por último divida a massa em duas porções e acrescente o corante, rosa em uma e lilás na outra. Lembrando que a massa não deve ficar muito líquida. unte uma frigideira com óleo, ou use uma com teflon, aqueça e adicione a massa com auxilio de uma concha.

Depois de prontas chame a meninada e use a criatividade, use os cortadores para deixar as panquecas nos mais diversos formatos e enfeite a gosto, pode usar frutas (morango, cerejas, rodelas de bananas…) ou confetes de chocolate. Não esqueça da cobertura (Mel, leite condensado, chocolate derretido, calda de frutas…)!!!

Agora é só se deliciar!!!

 

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Aninha completamente desinteressada pela comida!!!

A Ana Rosa está com 10 meses e desde que iniciou a alimentação, com 6 meses, me dá um banho!!! Ela não come quase nada, é raridade quando ela come tudo o que está no prato!! Tento inventar de tudo:tipo de preparo, tempero, já comprei livros, conversei com a pediatra, mas nada adiantou! Percebo que não é gosto, pois uma comida que ela come bem hoje, em outro dia ela não come nem uma colherada!! Já mudei horário de acordar, dormir, já deixei até ver se ela não teria fome e me pedisse! Nada adiantou e me conformei, a minha filha come muito pouco mesmo, principalmente por que o crescimento (peso e altura) continuam subindo no gráfico!!!

Então quando encontro uma receita que ela come, tudo, sem reclamar eu comemoro!! E como sei que outras mamães também passam por isso, resolvi compartilhar-la!!!

A receita não tem como ser mais simples…!!!

Ingredientes: 1 manga bem madura e 1 pote de iogurte natural

Modo de preparo: Descasque e pique a manga e bata em um mixer ou liquidificador junto com o iogurte e pronto! Simples assim…!!! Vai virar um creme bonito e saboroso. Para crianças maiorzinhas pode-se trocar o iogurte por sorvete de creme, também fica delicioso!!!

Manga com iogurte natural batido no mixer!

 

 

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Você já ouviu falar em roséola?!? Eu nunca tinha ouvido falar até hoje…

Minha filha de 10 meses acordou ontem com uma febre alta, que persistiu durante todo o dia e entrou a madrugada… Percebemos que ela estava mais caidinha e a febre vinha, chegava até 38,5º, nós dávamos paracetamol, ela baixava e 4h depois a febre voltava…. E assim foi o dia e a madrugada…!!! Porém ela não tinha nenhum outro sintoma, não espirrava, nem tossia, não tinha coriza, fazia xixi e cocô normalmente…Então hoje pela manhã fomos na pediatra que rapidamente diagnosticou: Roséola!!

Ela me explicou que era uma virose muito comum em crianças até 2 anos e que aparecia com uma febre alta constante que dura uns 3 ou 4 dias e depois some e aparece diversas pintinhas vermelhas no corpo que acaba sumindo sozinha em uns 2 dias!!! Obviamente assim que cheguei em casa fui pesquisar no google para maiores informações!!!

A incubação é de cinco a 15 dias, com três a quatro dias de febre alta. Depois surgem as pintinhas que duram dois dias. Causada pelo herpesvírus 6, a roséola ocorre com mais freqüência na primavera e no outono.” (Crescer)

“Febre alta repentina e contínua, que fica entre 38,3 e 42,2 graus, durante 3 ou 4 dias, e que desaparece tão rápido como veio.” …”Quando a febre vai embora, a pele começa a ficar  manchada. a erupção costuma começar no tronco, e depois vai se espalhando na direção do pescoço e das extremidades, e desaparece em algumas horas ou em até 3 dias” …”Assim como nas outras infecções por vírus, não há tratamento contra a causa da doença, apenas para aliviar os sintomas.” (BabyCenter)

A Aninha está bem, estamos controlando a febre e é bem provável que as pintinhas vermelhas apareçam no sábado ou domingo, assim que aparecerem postarei uma fotinho para ilustrar melhor!

Saúde a todas e Feliz 2013!!!

 

 

 

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Não poderíamos deixar de dar o nosso apoio a campanha que a Fundação Telefônica VivoUNICEF e OIT (Organização Internacional do Trabalho) sobre o trabalho infantil e adolescente, Sim ….. É da Nossa Conta! Trabalho Infantil e Adolescente.

É uma ideia errônea pensarmos de que precisamos buscar as mazelas contemporâneas em lugares muito distantes, pelo contrário, o trabalho infantil, assim como a violência contra a criança, ou contra a infância (que ao meu ver é o que acontece com o trabalho infantil – nós podamos uma fase fundamental para a formação do homem, não apenas em qestão de memória e experiencias mas também na formação cognitiva e das várias etapas do desenvolvimento, como nos diz várias vertentes da psicologia).
O trabalho infantil sempre existiu, se pensarmos historicamente o que mudou essa realidade foi a criação da ideia de infância, por muito tempo as crianças foram vistas como mini adultos, usando roupas de adultos, fazendo coisas de adultos e assim que dominavam suas funções fisiológicas, tinham fome e comiam sozinhos ou tinham vontade de ir ao banheiro e conseguiam ir sozinhos (mais ou menos aos 6 anos), estavam aptos a trabalhar. Este trabalho geralmente era doméstico e com o crescimento das áreas urbanas as possibilidades para o trabalho infantil e adolescente foi se diversificando, eles poderiam ser garotos de recado, vendedores, auxiliares no comércio. Com o surgimento das indústrias com a primeira revolução industrial (sec.XVIII) onde as crianças foram largamente empregadas, por serem baratas, pequenas e ágeis. Em alguns documentos sobre o trabalho infantil nas fábricas vemos alguns relatos de crianças agredidas fisicamente, crianças colocadas de cabeça para baixo em cisternas de água gelada para lutarem contra o sono (as crianças trabalhavam 16h por dia, das 5h às 21h), ou até mesmo sendo presas por fugirem do trabalho.

Podemos achar tudo isso inadmissível, mas o que muda hoje é o fato de que a normalidade condena essa prática, mas ignora todos os casos que fogem à normalidade. Se nós não vemos a brutalidade, a violência, vivemos nosso dia a dia como se ela não existisse.

Em uma escola nos confins da Palhoça, onde a minha irmã lecionava a disciplina de história em 2008, uma aluna da 8º série (14 anos) foi entregue pelos pais aos tios, que, como condição para aceitá-la fizeram com que ela trabalhasse na casa e cuidasse da filha do casal. Essa menina se formou na 8º série entre os 5 melhores alunos e ganhou uma bolsa integral, para todo o ensino médio, em uma das escolas mais tradicionais de Florianópolis. Como a bolsa era para o ensino noturno a menina não pode aceitar pois como parte do seu trabalho ela deveria cuidar da criança até que os seus pais chegassem do trabalho. Perder a bolsa não foi o pior da história, na localidade onde ela vivia não tinha ensino médio, e por isso ela precisou parar de estudar. Uma menina extremamente inteligente que teve a possibilidade de ter uma ótima formação e um futuro através dos estudos abortou seus sonhos por um trabalho que ela não escolheu, e que fornecia a ela apenas casa, comida e roupa lavada (casa que ela limpava, comida que ela fazia, roupa que ela lavava).

Frente a esta situação eu me pergunto: Porque repudiamos o trabalho infantil na indústria e no campo e o aceitamos tão facilmente dentro dos nossos lares? E onde está o conselho tutelar e o belíssimo Estatuto da Criança e do Adolescente que deveriam zelar por essa criança?
O conselho tutelar está atolado em diversos outros casos tão graves, ou mais, do que esse (em outra escola municipal, em que minha irmã trabalhava, chamaram o conselho por questão de suspeita de abuso e o conselho demorou um ano para responder o chamado, sim 1 ano uma criança sendo abusada aguardando um espaço na agenda do conselheiro).
….E o nosso belíssimo Estatuto da Criança e do Adolescente, que é considerado um dos mais modernos do mundo, está empoeirado em alguma prateleira.

Para mudarmos essa realidade precisamos mobilizar as pessoas e mostrar que o trabalho infantil existe sim e está muito mais próxima da nossa realidade do que imaginamos!!!

Compartilhem essa ideia, converse com os amigos…conscientizar também é passar adiante uma informação, que neste caso é útil para toda a sociedade.

Agradeço a minha irmã, a professora Juliana de Almeida Freitas, que me ajudou com as informações.

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Domingo é dia deles e resolvi homenageá-los fazendo uma entrevista com novos pais, o primeiro é o Daniel, pai da Beatriz, uma bebêzinha linda de quase 5 meses e marido da Denise, que também é colaboradora do Blog…

As principalmente questões eram “Ser Pai” e o “Papel do Pai”… Confiram o a entrevista!

Entre Mães – Como foi receber a noticia que você seria Pai?!
Daniel -Acho que para dar a resposta correta, preciso contextualizar o momento em que soube que ia ser pai. Era 2011, iámos casar em Novembro. Em Julho, a Denise (minha atual esposa) veio me dizer que achava que ia ficar barriguda! Claro que o primeiro sentimento que veio à cabeça foi o “medo”. Medo entre aspas, pois viriam uma série modificações em nossas vidas. Por sinal, mais mudanças ainda, já que nesse ano casaríamos e moraríamos juntos. A Beatriz sempre foi planejada. Acho que até antes do casamento. Sou louco por criança. Sempre fui. E claro, sempre quis ter a “minha criança”. E agora seria a oportunidade. A tensão e aflição tomou conta de mim (e da Denise também) até que confirmamos a gravidez. Tivemos a todo momento suporte total de nossa família e isso, com certeza, tornou tudo mais fácil. O sentimento de saber que vai ser pai é algo insano. Uma chuva de emoções boas de uma vez só.

Entre Mães – Como foi para você passar pela gestação? Você já se sentia Pai? Existia alguma coisa que você fazia que acentuasse esse sentimento de “ser pai”?! Ou esse sentimento só aflorou com o nascimento? Daniel – Ver a barriga da Denise (que por sinal era linda!) crescendo não tem como não se emocionar. Ainda mais sabendo que “ali dentro” esta uma criança fruto do nosso amor. Todos me falaram para curtir muito o momento. E foi o que fiz. Curti o barrigão da Dê e sempre estava ao seu lado, ora fazendo carinho, ora tentando ouvir a pequena, ora conversando com a nossa pequenina. Eu já me sentia pai sim. Pai na responsabilidade, nos cuidados e no dia a dia. Mas ainda não era o pai “de verdade”…

Entre Mães – Depois do nascimento, como foi a sensação de realmente “ser pai” ? Existiu algum momento onde esse sentimento se consolidou?! 
Daniel – Acho que me tornei pai, de verdade, quando vi a Beatriz pela primeira vez, ali, na mesa de cirurgia, toda “sujinha” e berrando horrores. Se quando soube que ia ser pai, tive uma chuva de sentimentos, nesse momento é como se o tempo parasse, passasse um filme na tua vida, e aquela chuva de sentimentos viesse como um temporal. Chorei, claro. Inclusive está gravado no vídeo que fiz do parto (hahaha). Assim, quando a vi, a peguei no colo pelo primeira vez e a levei para a Denise ver, me consolidei como pai. Tinha lido (ou conversado com alguém) que para o pai, muitas vezes, quando se vê o filho é que cai mesmo a ficha. Pra mulher, como tu mesmo disseste, já começa quando se descobre a gravidez. Nós, pais, por mais babões e conscientes se que sejamos, quando temos o contato direto com o filho, o sentimento muda.

Entre Mães – Como é o dia a dia? Ajudas a mamãe? Trocas fralda, banho coloca pra dormir? O que vc “tira de letra” e o que “causa maior temor”?
Daniel – Para responder essa pergunta, preciso exaltar a excelente mãe que é a Denise. Acho que a Beatriz não poderia ter melhor. Eu tento ser o mais participativo possível. Sempre ajudo a Denise no que for preciso. Auxílio sim no banho, faço dormir… A questão de fraldas, já troquei sim. Mas ultimamente quem tem trocado é a Denise. Que por sinal, está muito prática! Acho que fazer dormir, eu poderia dizer que tiro de letra. Sempre digo que quando descobri que seria pai, minha paciência elevou ao nível máximo. E acho que por isso suporto muitas vezes as manhas da pequena e isso ajuda na arte de fazê-la dormir. Quanto ao que causa mais temor, acho que nada teria esse nível de “medo”. Claro que há coisas que me deixam mais tenso em fazer com a pequena, mas sou feliz em dizer que a vida, ou a Beatriz, como queiram, me ensinou muito nesses quase 5 meses de vida.

Entre Mães- E agora, meses depois do nascimento, vendo ela crescer dia a dia, como você vê o seu papel como pai?
Daniel – Eu sou uma apaixonado pela minha pequena. A Denise esses dias falou algo que descreve o sentimento que sinto no momento: um amor que doi. Não imaginei que conseguiria amar tanto uma pessoa em tão pouco tempo. Sempre que olho pra minha pequena, dá aquele aperto no peito. Mas é de orgulho. E quanto ao meu papel de pai, penso nisso sempre. Imagino o que terei que fazer para dar uma grande educação pra ela, coisas que ensinarei, intruções que passarei, influências que terei em sua vida. Algo que sempre tive em mente, desde o começo, foi: queria ser um bom pai pra Beatriz. E é esse objetivo que tenho de agora em diante.

Parabéns Daniel e Feliz Dia dos Pais a todos os Pais…..

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Olá queridas leitoras do Entre Mães! Meu nome é Bruna, sou amiga da Lu e leitora do blog. Também sou mãe, de um bebê chamado Augusto, carinhosamente apelidado de “Feijão” pela família. Antes de sabermos se ele era um menino ou uma menina, procuramos a foto de como se parecia um bebê na barriga, no início da gestação, e descobrimos que se parecia com um feijãozinho. Não deu outra: o apelido pegou e, até que escolhêssemos um nome definitivo pra ele (o que levou até depois do parto), não o chamávamos de outra coisa.

Augusto (ou A-gutu, como ele se define) atualmente tem um ano e sete meses. Faz frases inteiras, sabe algumas palavras em inglês e conta até dez com facilidade. Imita vários animaizinhos, alguns eletrodomésticos e algumas pessoas da família. Reconhece mais de metade do alfabeto (associando às letras  pessoas e objetos que ele conhece e gosta: A é Amanda (dinda dele), I é Izzie (a cachorrinha dos meus pais), P é Patatá, e assim por diante. Mesmo em livros, folders, placas e folhetos, assim que identifica uma letra ele nos aponta e fala o nome conhecido. Mas o lugar favorito para apontar as letras ainda é o teclado do computador…

Comparado às crianças desta idade, o desenvolvimento dele é considerado notável, e eu credito isto em parte aos estímulos que sempre demos a ele (dinda Amanda é pedagoga e eu tenho o dia todo dedicado à ele, além de ser uma grande simpatizante da área da educação), mas sobretudo aos cuidados com a alimentação, desde que ele nasceu. Com paciência e dedicação fui introduzindo os alimentos a ele, restringindo muitas coisas que considero nocivas e ensinando através do exemplo sempre que possível. Procurei ler tudo o que encontrava sobre o assunto, e tive bastante trabalho com as outras pessoas por conta destas restrições, já que sempre há quem adore fazer do seu jeito com o neném alheio… Hoje em dia colho os frutos deste pequeno esforço e me sinto muito tranquila em relação à alimentação dele, já que ele come de tudo (o que for saudável), e muito bem.

Muitas amigas minhas, que também são mães, acabavam me fazendo todo o tipo de perguntas relacionadas à alimentação infantil. Escrevi um sem-número de e-mails e mensagens sobre este assunto e, apesar de não ser nenhuma especialista, me sinto muito feliz por poder compartilhar o que pra mim deu muito certo, e que acredito ser importantíssimo para os bebês. Em se tratando de crianças, é dífícil estabelecer verdades, não é mesmo? Uns dizem uma coisa, outros outra, e cada bebê “funciona” do seu jeitinho, cada um tem sua própria personalidade e diferenças. Se uns dormem se bruços, outros não suportam esta posição. Se uns preferem papinha com pedaços, outros preferem moída, outros comem tudo o que derem a eles, do jeito que for.

Portanto, eu estou aqui apenas para compartilhar o que deu certo pra mim, como mãe, e para ler o que deu certo para vocês e seus “feijõezinhos” e “flores”, e cada uma de nós tentar a ideia da outra do seu jeito, do jeito que funciona para o seu bebê. É assim que a gente se constrói como mães, nesta tarefa imprevisível, impressionante e gratificante de ajudar pequenos seres humanos a se desenvolverem.

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Você faria uma tatuagem para homenagear o seu filho ou sua filha?! Apesar de parecer algo  novo, a lista de mães e pais com tatuagem com nomes ou com algum desenho com o objetivo de homenagear seus filhotes é grande.

Eu pretendo fazer uma Rosa para homenagear a minha pequena que se chama Ana Rosa.

Xuxa homenageando a filha Sasha com a tatuagem do nome dela no punho

Tatuagem em forma de corrente para o filho Gabriel

Tatuagem com as coordenadas geográficas do locais do nascimento dos filhos.

Tatuagem com o nome do filho Lucas com a letrinha do próprio Lucas!

 

A lista é grande: Angélica, Claudia Leite, Cissa Guimarães, Zilu, Neymar, David Beckham, Julia Roberts, Luiza Brunet e por aí vai….

Que tal entrar para essa lista?!?!

 

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Ar lúdico do Quarto das Meninas promove aconchego e bem-estar

Projeto dos arquitetos Letícia e Leonardo Caldart foi desenvolvido para atender as necessidades de duas irmãs gêmeas, respeitando a individualidade de cada uma.

Os arquitetos da Prumo Projetos e Obras, Letícia Caldart e Leonardo Caldart, planejaram um quarto aconchegante para duas irmãs gêmeas de três anos de idade. O Quarto das Meninas, espaço com22 metrosquadradospertencente ao módulo Apartamento CASA COR, é o terceiro projeto consecutivo desenvolvido pela dupla para a CASA COR SANTA CATARINA.

A cama alta, estilo casinha, ajuda a ter mais espaço para as meninas brincarem e mantém o ar lúdico do projeto. As colchas e almofadas, dispostas sobre as camas, foram feitas com um descontraído mix de tecidos. A bancada de estudos, que pode ser ajustada em duas alturas diferentes, acompanha o crescimento das crianças.

A cor predominante no Quarto das Meninas é o Algodão Colorido, tom de rosa claro da paleta de cores da Suvinil. No papel de parede aparecem o pink, o amarelo e o azul turquesa, que também foram aplicados com o efeito de listras na bancada de estudos. A decoração com bodys, recordação da fase em que as meninas eram bebês, é criativa e serve de inspiração para centenas de pais.

Os pufes, feitos com garrafas pets, e o piso laminado da Durafloor, que possui o selo Sustentax (usado para identificar produtos e serviços sustentáveis) demonstram o cuidado dos profissionais em aplicar no Quarto das Meninas o conceito de arquitetura sustentável.

 

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Olá Mamães….

Vi nos comentários do blog a dúvida da mamãe Michele e resolvi compartilhar com vocês….

Quando é a melhor hora pra engravidar novamente?!?

A minha filha está com 3 meses, e só de pensar em engravidar novamente eu já fico nervosa. Pois além de ainda estar sofrendo com as mudanças físicas causada pela gestação,  tem o fato de eu estar aprendendo e me acostumando com essa louca e maravilhosa experiência de ser mãe e obviamente sem falar nos gastos financeiros! Pretendo sim ter mais filhos, gostaria de ter mais 1 e pelos meus planos gostaria que isso acontecesse quando a minha mais velha tiver entre 3 ou 4 anos! Se é o ideal? Não sei dizer…. mas acho que daqui a uns 3 ou 4 anos estarei mais estabilizada financeiramente e que conseguirei curtir muito bem cada fase dos meus filhos… já que uma criança de 3 ou 4 anos já tem uma certa independência!

E vocês, mães, qual o melhor momento para ter ou outro filho?!

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Já imaginou que bacana ter uma sessão de cinema especial para mamães e seus bebês?

Agora isso é possível, graças ao CineMaterna. O CineMaterna foi uma iniciativa de um grupo de mães, que com saudade das telonas “invadiram” um cinema com seus bebês em fevereiro de 2008. O programa foi um sucesso e logo se tornou um programa semanal para essas mães que entre amamentação e fraldas puderam retomar a sua vida cultural e trocar experiência com outras mães. Em outubro de 2008 uma rede de cinemas reconheceu essa iniciativa e adotou a causa, tendo assim a sua primeira sessão amigável para bebês.

Hoje fui na minha primeira sessão com a minha filha Heloísa, que vai completar 3 meses no próximo dia 15. No início fiquei imaginando que seria uma grande bagunça, com vários bebês chorando e mães pra lá e pra cá com fraldas e bolsas. Mas não, todos os bebês tranquilos, dormindo ou mamando e o mais “falante” corria de um lado para o outro cantando tchetcherere tche tche no espaço em frente à tela.

O cinema prepara a sala especialmente para receber as mães e seus bebês, com um trocador completo, espaço para os carrinhos e um ~tatame~ com brinquedinhos para os bebês maiores. Além de as meninas da organização estarem ali o tempo todo para ajudar, seja na hora de trocar ou se ajeitar com as coisas do bebê nas cadeiras.

Foi uma experiência muito bacana e com certeza vou nas próximas sessões.

Confira a agenda do CineMaterna e garanta o seu lugar na próxima sessão. Eu recomendo muito ;)

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