Olá queridas leitoras do Entre Mães! Meu nome é Bruna, sou amiga da Lu e leitora do blog. Também sou mãe, de um bebê chamado Augusto, carinhosamente apelidado de “Feijão” pela família. Antes de sabermos se ele era um menino ou uma menina, procuramos a foto de como se parecia um bebê na barriga, no início da gestação, e descobrimos que se parecia com um feijãozinho. Não deu outra: o apelido pegou e, até que escolhêssemos um nome definitivo pra ele (o que levou até depois do parto), não o chamávamos de outra coisa.
Augusto (ou A-gutu, como ele se define) atualmente tem um ano e sete meses. Faz frases inteiras, sabe algumas palavras em inglês e conta até dez com facilidade. Imita vários animaizinhos, alguns eletrodomésticos e algumas pessoas da família. Reconhece mais de metade do alfabeto (associando às letras pessoas e objetos que ele conhece e gosta: A é Amanda (dinda dele), I é Izzie (a cachorrinha dos meus pais), P é Patatá, e assim por diante. Mesmo em livros, folders, placas e folhetos, assim que identifica uma letra ele nos aponta e fala o nome conhecido. Mas o lugar favorito para apontar as letras ainda é o teclado do computador…
Comparado às crianças desta idade, o desenvolvimento dele é considerado notável, e eu credito isto em parte aos estímulos que sempre demos a ele (dinda Amanda é pedagoga e eu tenho o dia todo dedicado à ele, além de ser uma grande simpatizante da área da educação), mas sobretudo aos cuidados com a alimentação, desde que ele nasceu. Com paciência e dedicação fui introduzindo os alimentos a ele, restringindo muitas coisas que considero nocivas e ensinando através do exemplo sempre que possível. Procurei ler tudo o que encontrava sobre o assunto, e tive bastante trabalho com as outras pessoas por conta destas restrições, já que sempre há quem adore fazer do seu jeito com o neném alheio… Hoje em dia colho os frutos deste pequeno esforço e me sinto muito tranquila em relação à alimentação dele, já que ele come de tudo (o que for saudável), e muito bem.
Muitas amigas minhas, que também são mães, acabavam me fazendo todo o tipo de perguntas relacionadas à alimentação infantil. Escrevi um sem-número de e-mails e mensagens sobre este assunto e, apesar de não ser nenhuma especialista, me sinto muito feliz por poder compartilhar o que pra mim deu muito certo, e que acredito ser importantíssimo para os bebês. Em se tratando de crianças, é dífícil estabelecer verdades, não é mesmo? Uns dizem uma coisa, outros outra, e cada bebê “funciona” do seu jeitinho, cada um tem sua própria personalidade e diferenças. Se uns dormem se bruços, outros não suportam esta posição. Se uns preferem papinha com pedaços, outros preferem moída, outros comem tudo o que derem a eles, do jeito que for.
Portanto, eu estou aqui apenas para compartilhar o que deu certo pra mim, como mãe, e para ler o que deu certo para vocês e seus “feijõezinhos” e “flores”, e cada uma de nós tentar a ideia da outra do seu jeito, do jeito que funciona para o seu bebê. É assim que a gente se constrói como mães, nesta tarefa imprevisível, impressionante e gratificante de ajudar pequenos seres humanos a se desenvolverem.



